sábado, 9 de abril de 2011
Mas afinal...De quem é a culpa?
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Humores à 6a - José Sócrates

Por Carlos Jorge Mendes:
Tudo o que desejamos para que Portugal consiga obter um pacote de ajuda razoável junto da União Europeia e do FMI é que as negociações não sejam conduzidas pelo Primeiro-Ministro e pelo Primeiro-Ministro, expressando-se e negociando em inglês.
Por Letícia, a Marquesa:
"Depois de tantas mentiras e falsidades, confesso, Caríssimos, que ainda tenho dúvidas acerca do pedido de ajuda externa. Será que foi mesmo feito? É que tudo o que sai da boca do nosso ex-Primeiro é sempre dúbio. É que se não o fosse, então também teríamos actualmente mais 150 mil empregos, um défice menor, as taxas de impostos ter-se-iam mantido, um Primeiro-Ministro Engenheiro... Será que Sócrates foi concebido a 1 de Abril?"
Por Madame Pompadour:
Porque se ele é mentiroso, dissimulado, irrealista entre outras coisas susceptíveis de ferir as sensibilidades mais frágeis, se há coisa que ele não é, é abandalhado e descuidado. Safado sim, mas parecer feio não!
E, por Lord Nelson:
Sócrates, Sócrates, Sócrates... És boa pessoa porque tens bons amigos: quiseste fazer casitas, eles contrataram; quiseste ser engenheiro, eles arpovaram-te; quiseste uns trocos, eles arranjaram-te; quiseste ser ministro, eles nomearam-te; quiseste ser primeiro-ministro, eles escolheram-te, quiseste aldrabar, eles acreditaram... Quando é que te vais querer ir embora? Mas de vez?
Deixamos só este para lembrar o eleitor... Já que o tipo parece que não se vai lembrar e (mais uma vez) vai dar o dito por não dito.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
βοήθεια! (Ajuda)
"Não estou disponível para governar se o FMI vier a entrar em Portugal". E foi por este motivo (ou então por pura incompetência) que o Sr. Sócrates endividou o nosso país, com juros inéditos na nossa História, a rondar os 11% (Lembram-se dos 7% do Teixeira?). É fundamental penalizar (até pela saúde da nossa democracia) este indivíduo nas próximas eleições: por ter posto o seu interesse pessoal à frente do nacional, por ter persistido na sua teimosia até ao ponto de um leilão de dívida pública não ter procura suficiente, mas por cima de tudo, por ser um político sabujo que, dias após ter dito que não sabe governar com a ajuda do FMI (ou FEEF que é a mesma coisa, acrescentamos nós), pede-a e mantém-se como putativo candidato. Uma vergonha!
O consulado de Sócrates vai decerto ficar na História como um dos piores momentos da Nação: daqui a 20 anos, quando olharem para estes tempos, verão um país que perdeu uma década, que nada deixou de construtivo, sem ética, sem participação cívica, com um governo irresponsável e irresposabilizado.
Permitimo-nos levantar a duvida acerca da legitimidade que um Governo de gestão tem para pedir esta ajuda. O politicamente correcto não gosta desta questão. Mas, se há Direito, é para ser cumprido como tal, até por argumentos de segurança e certeza. Ignorar esta questão é abandonar o princípio do Estado de Direito. Se a Constituição está mal feita, com buracos e pejada de ideologias bacocas, há que mudar. Não defender o que está perdido.
Antes de terminar, chamamos a atenção para esta coisa caricata: o país olha para Cavaco! Vamos pois a um exercício histórico:
Em 1980, o governo da AD tinha por ministro das finanças Cavaco Silva. Este foi responsável por medidas como a valorização do escudo (dificultando as exportações), subida dos gastos orçamentais e subida das importações: o défice das transacções correntes subiu 5% (do PIB) em 1980 para 11,5% em 1981 e 13,2% em 1982. A dívida externa disparou de 467 para 1199 milhões de contos. A somar a tudo isto, o Prof. Cavaco Silva foi também responsável por um clima de crispação contra a liderança de Francisco Balsemão o que levou ao fim da AD e, nas eleições de Abril de 1983, à vitória do PS.
Depois de medidas gravosas tomadas por aquele partido e da eleição de Cavaco como presidente do PSD na Figueira da Foz, rompeu-se o Bloco Central, foi a eleições (1985) e ganhou, beneficiando da estabilização feita por outros. Depois, a maioria cavaquista, foi o que se sabe: o engordar da função pública, a política do betão e a rejeição da meritocracia no Estado (já para não falar dos Dias Loureiros e Oliveiras e Costas).
É pois este o mais alto magistrado da Nação para quem olha o país. Nós, já não vamos em cantigas e pouco ou nada esperamos de Monseiur le President.
O consulado de Sócrates não foi mau. Foi péssimo, tanto quanto que questão que se coloca é: sobreviverá Portugal a Sócrates? Sim claro, mas a que preço?
quarta-feira, 6 de abril de 2011
O Recurso ao FEEF
domingo, 3 de abril de 2011
Real esperança
Neste programa, são definidos 5 grandes pilares estratégicos para as políticas a levar avante por um Governo liderado por Passos Coelho. Ora vejamos alguns dos seus principais traços:
- Pilar 1: Sociedade Civil e Instituições – fomento da cidadania; reforma do sistema político; aprofundamento dos regimes de autonomia dos Açores e da Madeira; renovação do sistema judicial; transparência nas relações do Estado para com os cidadãos;
- Pilar 2: Crescimento Económico e Emprego – programa de estabilização financeira orientado para os problemas do endividamento externo e da dívida pública e para o fortalecimento do sistema financeiro e do tecido empresarial;
- Pilar 3: Estado Eficiente e Sustentável – racionalização e dignificação do Sector Público Administrativo; reavaliação dos investimentos na base da lógica custo-benefício no Sector Empresarial e do Estado; qualificação dos recursos humanos e sistema de saúde;
- Pilar 4: Sustentabilidade, Inclusão e Solidariedade Sociais – reafectação de fundos do actual QREN, reduzindo a componente afecta às infra-estruturas; criação de mais empregos; reforço da solidariedade social;
- Pilar 5: Política Externa ao Serviço do Desenvolvimento – promoção das exportações, de apoio à internacionalização das empresas portuguesas e na captação de investimento dos portugueses não-residentes.
Tal como Passos Coelho afirmou, aquando da apresentação deste programa, vai ser aberta “uma janela de esperança e confiança”.
O Presidente do PSD assegurou ainda que o partido não subirá os impostos, contrariamente ao que o PS tem feito questão de veicular através da imprensa. A confusão (propositadamente) causada pelo PS, que teima em reafirmar que o PSD vai aumentar os impostos, apenas revela a sua tentativa de muito mau tom de derrube do PSD da ribalta que merece. Denota-se, ainda, por parte do PSD, uma (intencional) dificuldade de interpretação. Passos Coelho não disse vez alguma que iria aumentar os impostos, mas sim que, “para cumprir as metas de redução do défice – com a qual se compromete – preferia uma subida dos impostos sobre o consumo do que ir às pensões”.
Passos Coelho reitera que o último pacote de austeridade não iria potenciar o crescimento, mas impor sacrifícios inaceitáveis aos membros mais vulneráveis da sociedade, com demasiados impostos e uma redução de despesa insuficiente.
O PSD apresenta um programa claro e realista para responder aos graves e emergentes problemas de Portugal, dizendo que uma ampla coligação ajudará à confiança dos mercados e ao próprio processo político.
Passos Coelho aponta-nos, assim, uma luz ao fundo deste túnel escuro e sombrio que estes longos anos de governação PS nos tem feito calcorrear! Oxalá!
A vida está má, está! Até para os marqueses!
sábado, 2 de abril de 2011
A Reforma de Portugal (I)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
George W. Bush
De Madame Pompadour
Se há coisa que claramente aborrece os políticos são os protocolos e os encontros oficiais com outras figuras de Estado. E isso é tão notório, que basta qualquer comum mortal pôr-se nessas situações para pensar: "Bolas...que grande seca!", mas convenhamos, são ossos do ofício. No entanto o saudoso Bush não era de engolir os sapos viscosos e a sua fenomenal expressividade falava por si.
De Letícia, a Marquesa
George W. Bush foi um Presidente que deixou saudades. Os seus discursos eram miraculosos, sobretudo para os jovens que padecem daquele mal chamado insónias. Não é que curou muitos? Quando falecer, decerto será beatificado...
De
Lord Nelson
Não sabemos dizer mal de George W. Bush... Por isso vamos dar-lhe a palavra... ficam aqui os 10 melhores momentos do seu consulado!
De Carlos Jorge Mendes
Da nossa parte, confessamos abertamente: sentimos falta de George W. Bush. A Casa Branca está mais séria, mas muito menos divertida...E o Daily Show não se aguenta só com o Glenn Beck. Por isso, adiantamos em primeira mão ao leitor notícias que nos chegam dos States: George W. Bush está a preparar o seu regresso, inspirado no "Discurso do Rei". Vejam só quem é o seu inesperado conselheiro.